29.Passarinho do má-v1-cap01-m29

29. Passarinho do má (1927), samba. Autor: Antônio Lopes de Amorim Diniz (Duque) • Intérprete: Francisco Alves • Gravadora: Odeon


Passarinho do má tava cá Não havia maneira de enxotá (bis) Meu roçado de mio, secô Meu cavalo de sela, mancô Meu cachorro de caça, danô Minha sogra de longe, vortô

Passarinho do má tava cá Não havia maneira de enxotá (bis) A corrente de prata, partiu O relógio na pedra, caiu O dinheiro no borso, sumiu A muié que eu gostava, fugiu

Passarinho do má tava cá Não havia maneira de enxotá (bis) Água suja do monte, desceu O riacho num instante, cresceu O porquinho que tinha, morreu A muié a vergonha, perdeu.

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(1) Na revista “Vaes então Luiz”, o samba terminava assim: “Passarinho do má já vuô / Ninguém sabe aonde posô / Passarinho do má si vortá / Espingarda tá aí pra matá.”