66.Curumim chama cunhatã que eu vou contar-v2-cap-08-m66

66. “Curumim chama cunhatã que eu vou contar (Todo dia era dia de índio)” (1981).

Autor: Jorge Benjor. Intérprete: Idem. Gravadora: Som Livre. LP: Bem-vinda amizade.

Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas, Makus, Nhambikwaras, Tupis, Bororós, Guaranis, Kaiowa, Nhandeva, YemiKruia Yanomami, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá, Txikão, Txu-Karramãe, Xokren, Xikrin, Krahô, Ramkorekamenkrá, Suyá

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Curumim chama cunhatã que eu vou contar Cunhatã chama curumim que eu vou contar Curumim, cunhatã Cunhatã, curumim

Antes que os homens aqui pisassem Nas ricas e férteis terras brazilis Que eram povoadas e amadas por milhões de índios Reais donos felizes Da terra do pau-brasil Pois todo dia, toda hora, era dia de índio Pois todo dia, toda hora, era dia de índio

Mas agora eles só têm um dia O dia dezenove de abril Mas agora eles só têm um dia O dia dezenove de abril

Amantes da pureza e da natureza Eles são de verdade incapazes De maltratarem as fêmeas Ou de poluir o rio, o céu e o mar Protegendo o equilíbrio ecológico Da terra, fauna e flora Pois na sua história, o índio É o exemplo mais puro Mais perfeito, mais belo Junto da harmonia da fraternidade E da alegria

Da alegria de viver Da alegria de amar Mas no entanto agora O seu canto de guerra É um choro de uma raça inocente Que já foi muito contente Pois antigamente

Todo dia, toda hora, era dia de índio Todo dia, toda hora, era dia de índio

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