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“Quem foi que inventou o Brasil?”, pergunta Lamartine Babo na abertura de sua antológica marchinha “História do Brasil”. E ele próprio responde: foi seu Cabral (os europeus), foram Peri e Ceci (os indígenas), foram Ioiô e Iaiá (os africanos). Ou seja, foi o povo brasileiro.
É disso que trata essa obra: da invenção da República pelo nosso povo e pela nossa música.

Mais do que uma monótona e burocrática relação de nomes, datas e frases, o que emerge das centenas de canções garimpadas, reunidas e contextualizadas é uma história viva da República, escrita e cantada por milhões e milhões de brasileiros de várias gerações. Gente que errou e acertou, caiu e se levantou, confiou e se desiludiu, amadureceu e batalhou, sonhou e construiu. Gente, em suma, que lutou e cantou – e, lutando e cantando, entregou a seus filhos e netos um Brasil melhor do que recebeu de seus pais e avós. Não é pouca coisa. Mas nesta República, que foi de tão poucos e precisa ser de todos, ainda há muita história para ser vivida, escrita e cantada.