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Acervo/blog

Descendo da montanha

Um rio corta a terra estranha

E rompe

América, América

América, América

Um grito de revolta

Para o céu

A selva solta

Minha América, América

América, América

O canto da arara

Cobre a tristeza derradeira

De quem só a última lua viu

E se sumindo pela cordilheira

Ou talvez no colo de América

Esteja a dormir

As flores do meu vale

Vão se abrir

Cheirando sangue

Viva América, América

América, América

O pássaro ferido

Que não pode abrir as asas

Inda vai voar

(América...)

Porque não morreu

(América...)

E quando essa noite

Se transformar em madrugada

Do leito de cinzas

Vai retornar pra sua amada

América, América...

América, América...

América, América

América, América...

América …



Levanta a mão e vem com a gente

Vamos lá!

Vamos seguir nosso caminho

Vamos lá!

Para avançar, seguir em frente, Fernando Henrique Presidente

Levanta a mão e vamos lá

Que o Brasil está caminhando, ele não pode parar

Quero avançar, seguir em frente

Reeleger Fernando Henrique Presidente

Ele plantou a semente do futuro

É o pulso firme nesse tempo turbulento

Está fazendo um Brasil para todo mundo

Mas felicidade é construção que leva tempo

Levanta a mão e vamos lá

Que o Brasil está caminhando, ele não pode parar

Quero avançar, seguir em frente

Reeleger Fernando Henrique Presente

” (Jingle Fernando Henrique) (1998).

Autor: PC Bernardes. Intérprete: Dominguinhos. Gravação especial: MCR.


Levanta a mão e vem com a gente

Vamos lá!

Vamos seguir nosso caminho

Vamos lá!

Para avançar, seguir em frente, Fernando Henrique Presidente

Levanta a mão e vamos lá

Que o Brasil está caminhando, ele não pode parar

Quero avançar, seguir em frente

Reeleger Fernando Henrique Presidente

Ele plantou a semente do futuro

É o pulso firme nesse tempo turbulento

Está fazendo um Brasil para todo mundo

Mas felicidade é construção que leva tempo

Levanta a mão e vamos lá

Que o Brasil está caminhando, ele não pode parar

Quero avançar, seguir em frente

Reeleger Fernando Henrique Presente

A tal de reforma agrária é uma barra pesada

Todo mundo faz reunião, mas ninguém resolve nada

Se eu fosse um lavrador, não ia nessa jogada

Se continuar lutando, no fim acaba ficando

Com a família na estrada

Meu amigo, é verdade, a situação está precária

E o governo não resolve a tal de reforma agrária

Não sou contra o fazendeiro, tampouco contra o colono

Por não possuírem terra nem viver no abandono

E pensar na situação perdendo noites de sono

O lavrador tem razão, não é justo por a mão

Na terra que já tem dono

Meu amigo, é verdade, a situação está precária ...

Quem tem não quer repartir, é isso é que eu acho estranho

Eu quero ver quando Deus vier apartar seu rebanho

Eu preciso, mas não peço porque já sei que não ganho

Só sei que depois da morte cada um vai ter um lote

Todos do mesmo tamanho

Meu amigo, é verdade, a situação está precária ...




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