Lá do Norte, um herói altaneiro, Que da pátria o amor conquistou, Foi um vivo farol que ligeiro Acendeu e depois se apagou.
João Pessoa, João Pessoa, Bravo filho do sertão! Toda a pátria espera um dia A sua ressurreição.
João Pessoa, João Pessoa, O seu vulto varonil Vive ainda, vive ainda No coração do Brasil.
Como um cedro que tomba na mata, Sob o raio que em cheio o feriu, Assim ele ante a fúria insensata De um feroz inimigo caiu.
João Pessoa, João Pessoa, Bravo filho do sertão! Toda a pátria espera um dia A sua ressurreição.
João Pessoa, João Pessoa, O seu vulto varonil Vive ainda, vive ainda No coração do Brasil.
Paraíba, ó rincão pequenino, Como grande esse homem se fez! Hoje em ti cabe todo o destino, Todo o orgulho da nossa altivez.
Pra cantar essa modinha,
Licença eu peço primeiro
Pra conta de certos causos
Que houve c’os brasilero
João Pessoa morreu
Mas deixou recordação
Os tenentes do Isidorio
Tombaram no nosso chão
Mas o povo revortado,
Ai, fizeram revolução,
Ai, li-la, aiai
O mundo inteiro abalou
No dia que ele morreu
Os lugar esfumaçou,
Nem o sol apareceu
Mas o Brasil se revortou,
Ai, por perder um filho seu,
Ai, li-la, aiai
Viva Juarez Távora,
Esse oficiá revortado
E viva esse grande Exército
Desse Brasir afamado afamado
Da morte de João Pessoa,
Ai, nós já estamos vingado,
Ai, li-la,aiai
Mas quem matou João Pessoa,
E cumpriu esse mandado
Mas o povo revoltado,
E mataram esquartejado
Pela notícia que foi
Ai, que os jorná têm me contado,
Ai, li-la, aiai
Viva Juarez Távora,
Que do Norte é o primeiro
E viva Isidorio Lopes,
Que é um grande brasileiro
O generár Miguer Costa
Ai, que é da terra dos violero
Ai, li-la, rai.

Minas gloriosa, Rio Grande forte
Paraíba mártir desafiando a morte
Povo valente, com teu ardor
Vai para a frente, batalhador
Getúlio Vargas, Flores da Cunha
Osvaldo Aranha, Antonio Carlos, Juarez Távora
Grandes cabeças do pensamento
Brasil repara um novo sol no firmamento.
