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7. Febre amarela (1904‑1907), humor. Autor(es): desconhecido(s) • Intérprete: Geraldo Magalhães • Gravadora: Odeon


Hoje em dia é voz corrente Acabou‑se a suadela Porque, nosso presidente, Não há mais febre amarela Entornou‑se todo o caldo E o mosquito já não grita Porque o grande mestre Oswaldo Vai dar cabo da maldita E o istrogomia foi de embrulho, Foi de embrulho a fasciata Um manata fez barulho, Arrumou‑lhe a grande lata Diz o Oswaldo da amarela Que lhe tira o seu topete Antes de 7 de março De 1907 (Ri) Só em compras fez o Oswaldo O soberbo figurão Ratos trezentos réis Camundongos a tostão Hoje tudo vale cobre E o micróbio não dá grito Porque o Oswaldo anda comprando Esqueleto de mosquito E o istrogomia fez barullho, Foi de embrulho a fasciata, Um manata fez barulho, Arrumou‑lhe a grande lata Diz Oswaldo da amarela. Que lhe tira o seu topete Antes de 7 de março De 1907 (Ri) Se ela acaba ou não acaba Se apertarmos suas varetas Mas o caso do micróbio Eu estou vendo as coisas pretas Quero o tal mata‑mosquito Pra que não se faça feio Que se bote escarradeira Que tem mais de metro e meio E o istrogomia foi de embrulho, Foi de embrulho a fasciata Um manata fez barulho, Arrumou‑lhe a grande lata Diz Oswaldo da amarela Que lhe tira o seu topete Antes de 7 de março De 1907 (Ri)