104.Artigo 26-v2-cap07-m104

104. “Artigo 26” (1976).

Autor: Ednardo. Intérprete: Idem. Gravadora: RCA Victor. LP: Berro.

Olha o padeiro entregando o pão

De casa em casa entregando o pão

Menos naquela, aquela, aquela, aquela não

Pois quem se arrisca a cair no alçapão?

Pois quem se arrisca a cair no alçapão?

Anavantu, anavantu, anarriê

pa dê qua, nê pa dê qua, padê burrê

Igualitê, fraternitê e libertê

Merci bocu, merci bocu

Não há de quê

Rua Formosa, moça bela a passear

Palmeira verde e uma lua a pratear

E um olho vivo, vivo, vivo a procurar

Mais uma ideia pro padeiro amassar

Mais uma ideia pro padeiro amassar

Anavantu, anavantu, anarriê

pa dê qua, nê pa dê qua, padê burrê

Igualitê, fraternitê e libertê

Merci bocu, merci bocu

Não há de quê

Você já leu o artigo 26

Ou sabe a história da galinha pedrês

E me traduza aquele roque, roque para o português

A ignorância é indigesta pro freguês


A ignorância é indigesta pro freguês

Anavantu, anavantu, anarriê

pa dê qua, nê pa dê qua, padê burrê

Igualitê, fraternitê e libertê

Merci bocu, merci bocu

Não há de quê

Você queria mesmo é ser um sanhaço

Fazendo fiu e voando pelo azul

Mas nesse jogo lhe encaixaram, e é uma loucura

Lá vem o padeiro, pão na boca é o que te cura

Lá vem o padeiro, pão na boca é o que te cura

Anavantu, anavantu, anarriê

pa dê qua, nê pa dê qua, padê burrê

Igualitê, fraternitê e libertê

Merci bocu, merci bocu

Não há de quê