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Acervo/blog

Vibram sonoros clarins de quebrada em quebrada

Anunciando o raiar de uma nova alvorada

Dias de luz hão de ser sempre os teus

Brasil, usina do mundo, nova oficina de Deus.

As águas moveram as rodas descendo da serra

As forjas lançaram fagulhas vermelhas ao léu

Os rolos de fumo subiram do seio da terra

Moldando o sol, tingindo o céu

E junto as fornalhas gigantes o malho empunhando

Homens de mãos calejadas trabalham cantando

Ouve essa voz que o destino da pátria bendiz

É a voz do Brasil que trabalha, cantando feliz.




Esse mar é meu  Leva seu barco pra lá deste mar  Esse mar é meu  Leva seu barco pra lá  Vá jogar a sua rede

Das 200 para lá  Pescador dos olhos verdes  Vá pescar noutro lugar  Esse mar é meu ... E o barquinho vai  Com o nome de Caboclinha Vai puxando a sua rede  Da vontade de cantar  Tem rede amarela e verde  No verde azul deste mar  Esse mar é meu ... Obrigado, seu doutor,

Pelo acontecimento  Vai ter peixe, camarão  Lagosta que só Deus dá  Pegou bem a sua ideia  Peixe é bom pro pensamento  E a partir desse momento  O meu povo vai pensar  Esse mar é meu ...




Sua sombra cortada de chumbo e sol

No peito aberto em chagas

Baila uma flor do mal

A metralha, o seu peito semeou

Mas insiste um continente

Nos olhos que matou

O seu sangue novo sangue vai chamar

Sua história, quem é povo vai guardar

Esta lenda se espalha no ar

Se planta no chão, brota em aço e mói

O seu nome começa com a letra C

Como Cristo em Higueras

Morreu por ele e você




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