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Acervo/blog

Malandro de muita arte que roubou a vida inteira

Parecia homem de Marte, lambari da corredeira

Embrulhou por toda parte a polícia brasileira

Parecia o Malasartes, carregou água em peneira

Um rato de muita arte sem cair na ratoeira

Malandro pintou o sete

Fez ponta de canivete virar bico de chaleira

Era liso igual quiabo, não falhava um truque seu

Soldado, sargento e cabo na poeira se perdeu

Pegou gato pelo rabo e como lebre vendeu

Embrulhou até o diabo que na frente apareceu

Era um cascavel dos bravo, bote errado nunca deu

Malvado e desumano

Embrulhou até cigano que com ele se envolveu

Na capital de São Paulo o malandro apareceu

E dando uma de galo a mão no peito bateu

Para pisar no meu calo quero ver quem que nasceu

Não vou cair do cavalo, rei dos malandro sou eu

Não pode cair no pialo quem com classe aprendeu

Os delegado só prende

Malandro que não entende e não foi aluno meu

Vestido de militar, mulher rica consegui

Hoje vou me casar, até o padre vai cair

Não era flor de cheirar o padre que estava ali

Você não é militar, há tempos te persegui

Aqui nos pés do altar sua fama vai sumir

Você é um malandro otário

Eu também não sou vigário, sou o delegado Fleury





El nacimiento de un mundo Se aplazó por un momento Fue un breve lapso del tiempo Del universo un segundo

Sin embargo parecía Que todo se iba a acabar Con la distancia mortal Que separó nuestras vidas

Realizaban la labor De desunir nossas mãos E fazer com que os irmãos Se mirassem com temor

Cuando pasaron los años Se acumularan rencores Se olvidaran os amores Parecíamos estranhos

Que distância tão sofrida Que mundo tão separado Jamás se hubiera encontrado Sin aportar nuevas vidas

E quem garante que a História É carroça abandonada Numa beira de estrada Ou numa estação inglória

A História é um carro alegre Cheio de um povo contente Que atropela indiferente Todo aquele que a negue

É um trem riscando trilhos Abrindo novos espaços Acenando muitos braços Balançando nossos filhos

Lo que brilla con luz propia Nadie lo puede apagar Su brillo puede alcanzar La oscuridad de otras cosas

Quem vai impedir que a chama Saia iluminando o cenário Saia incendiando o plenário Saia inventando outra trama

Quem vai evitar que os ventos Batam portas mal fechadas Revirem terras mal socadas E espalhem nossos lamentos

E quem paga o pesar Do tempo que se gastou De las vidas que costó De las que puede costar

Já foi lançada uma estrela Pra quem souber enxergar Pra quem quiser alcançar E andar abraçado nela (2x)




Caminhando pela noite de nossa cidade Acendendo a esperança e apagando a escuridão Vamos, caminhando pelas ruas de nossa cidade Viver derramando a juventude pelos corações Tenha fé no nosso povo que ele resiste Tenha fé no nosso povo que ele insiste E acorda novo, forte, alegre, cheio de paixão

Vamos, caminhando de mãos dadas com a alma nova Viver semeando a liberdade em cada coração Tenha fé no nosso povo que ele acorda Tenha fé no nosso povo que ele assusta

Caminhando e vivendo com a alma aberta Aquecidos pelo sol que vem depois do temporal Vamos, companheiros pelas ruas de nossa cidade Cantar semeando um sonho que vai ter de ser real Caminhemos pela noite com a esperança Caminhemos pela noite com a juventude




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